Pesquisa da plataforma Gleeden revela que 32% das entrevistadas querem ser infiéis para se sentirem desejadas; 28%, por conta da falta de atenção do parceiro; 20%, para conhecer gente nova; e 9%, por conta da falta de sexo no relacionamento
Aproveitando o mês em que comemora-se o Dia Internacional da Mulher, o Gleeden – principal plataforma do mundo destinada à promoção de encontros extraconjugais, com mais de 14 milhões de usuários cadastrados no mundo todo e 1,3 milhão só no Brasil – promoveu uma pesquisa com as usuárias brasileiras sobre como elas enxergam o sexo e a infidelidade. Após ouvir quase 4 mil mulheres, o resultado trouxe algumas respostas bastante reveladoras.
Quando perguntadas sobre “o que te faz querer ser infiel”, 32% das entrevistadas disseram que é para “me sentir sexy e desejada novamente”; 28% alegaram “falta de atenção do meu parceiro”, 20% atribuíram isso ao simples fato de “querer conhecer gente nova”; 9%, à “falta de sexo no meu relacionamento”; 5%, à “necessidade de algo novo na minha vida”; e 6%, a “outros motivos”.
Outros dados curiosos da pesquisa apontam que 56% das mulheres dizem que “a infidelidade faz eu me sentir mais forte enquanto mulher”; 32%, que “já fui julgada pela forma como vivo sexualmente”; 60%, que “sou sexualmente empoderada”; 92%, que “existem mais tabus em torno da sexualidade feminina do que da masculina; e 97%, que “me sinto mais estigmatizada que os homens pela sociedade, por ter casos e amantes”.
A diretora de Comunicação e Marketing do Gleeden para América Latina, Silvia Rubies, aponta que: “Assim como em muitos outros aspectos sociais, as mulheres brasileiras, infelizmente, ainda estão longe de ter os mesmos direitos que os homens e são subjugadas quando o assunto é a infidelidade. Essa pesquisa aponta que, ao mesmo tempo em que buscam se sentir desejadas, as mulheres veem o sexo extraconjugal como uma forma de empoderamento, de liberdade, de quebra de tabus e de busca por igualdade”, afirma.